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Ideias e Telepatia — Seth

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Há quanto tempo não faço um post sobre Seth, não?

Interessante é que toda a literatura que ando lendo ao longo desses anos está se correlacionando e se encaixando ultimamente de uma forma impressionantemente coerente!

Você sente isso também?

Bem, já te apresentei meu assunto do momento, meu novo site (O Site da Intenção), em que estou trabalhando quase permanentemente, nas horas em que não estou correndo de lá pra cá feito louca. Porém, a fim de deixar “decantar” algumas ideias lá no Site da Intenção, à procura de uma forma melhor de expressá-las, dá também pra ler outras coisas e vir aqui te contar e conversar a respeito, néam?

Pois éam. E hoje foi dia de Seth (fonte aqui, ó).

Olha que legal o que ele fala sobre a natureza das nossas ideias (tudo a ver com intenção, minha gente!): ele diz que as nossas ideias representam a nossa intenção psíquica, que geram emoção e imaginação, que por sua vez, ativam nossos padrões já arraigados.

As ideias são as forças-motrizes para as nossas ações, são os veículos através dos quais todos os nossos eventos interiores são exteriorizados. Ideias são energia, que é formada e dirigida como parte da força criativa através da qual toda a nossa “realidade” emerge.

Tanto a nossa imaginação, quanto a nossa emoção constituem a forma mais concentrada de energia que possuímos enquanto seres físicos. Ou seja, imaginação + emoção é igual ao todo, o “combo da criação.”

Preste atenção aos negritos, please. Essa é a mágica toda que pode estar sendo dirigida/encoberta pelas distrações midiáticas, por exemplo. Quanto mais distraídos estivermos, mais ineficientes enquanto criadores nos tornamos. Concorda ou discorda?

Cada uma das emoções que temos concentram uma força que pode lançar um foguete à Lua! Gente, isso é muito sério! Quantas vezes você não sentiu o seu peito parecer estourar de alegria, ou apertado de angústia, tal o poder da emoção?

Seth diz que somos emissores e receptores dessa energia — isso já sabemos de cor e salteado. Mas eis que vem a cereja do bolo: exatamente pelo fato de nossas ideias conterem em si já uma realidade eletromagnética, as crenças que abraçamos — uma vez que crenças são ideias que pensamos e repensamos inúmeras vezes — irradiam-se de forma extremamente mais intensa. Massssss….podemos e devemos mudar as nossas crenças sempre que necessitarmos.

As ideias limitantes, no entanto, nos predeterminam a aceitarmos ideias de semelhante natureza. Por outro lado, ideias exuberantes como as de liberdade, felicidade e espontaneidade contraem aquelas do mesmo tipo. Estamos continuamente interagindo com os “outros” e trocando ideias de forma telepática inconsciente ou conscientemente.

No entanto, olha que interessante: ele diz que essa interação de ideias se dá conforme as crenças que assumimos — só reagimos às mensagens telepáticas que se ajustam às nossas ideias conscientes sobre nós mesmos e sobre a nossa realidade.

A nossa mente consciente é, por si, espontânea e adora brincar com os seus próprios conteúdos. Então a nossa comunicação telepática com os “outros” é constante, geralmente em nível inconsciente, pois nossa mente está sempre em estado do “devir” ou vir-a-ser. Por exemplo, se as nossas ideias conscientes forem positivas, reagiremos às informações recebidas telepaticamente que forem de natureza similar, mesmo de forma inconsciente. Uma familia, por exemplo, pode constantemente reforçar sua alegria coletiva, sua camaradagem e espontaneidade ao concentrar-se nas atitudes de vitalidade, força e criatividade ou pode minar sua energia ao reforçar ressentimentos, raivas e pensamentos de dúvida e de fracasso.

Nós que fazemos a nossa realidade. Recebemos mais daquilo em que mais concentramos nossas ideias.

É isso. E não existe outra regra.

Tradução e comentários de Flavia Criss.

San Francisco NB, 21 de setembro de 2017.

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