Meu Primeiro Contato Imediato com Bashar
- Flavia Criss
- 28 de jan. de 2019
- 4 min de leitura

Nave de formato semelhante à astronave de Bashar que avistei à luz do dia
Como prometido, venho aqui contar para você como se deu meu primeiro contato com Bashar, dos três que tive na vida, até agora. Vou contar um por um, em posts separados, combinado? Já deixo, porém, uma observação de antemão: hão de haver muitos outros, pois meu amor por Bashar é real e não tem pretensão de acabar! E estamos ainda no começo do ano, por isso, aguardem que virão novidades por aí nesse sentido. Bashar em San Francisco? Em Oakland? Em Los Angeles? Ainda não sei onde, mas sei que estarei lá fazendo perguntas pela quarta vez. Porque assim está determinado.
Bem, então vamos lá! Conto que foi em Abril de 2018 que resolvi comprar um ticket para assistir ao vivo à palestra de Bashar intitulada “Stepping from the Shadows” (“Saindo das Sombras”) a ser transmitida através da internet, acontecendo em um sábado às 9:30 da manhã, horário de Los Angeles, o famoso “Pacific Time” ou PDT que você pode já ter visto escrito por aí .
Fiz a compra uns dois dias antes, para poder me preparar energeticamente para o evento, pois tinha uma pergunta específica que queria muito que Bashar me respondesse. E você sabe, né, mesmo assistindo a palestra pela internet, a gente pode enviar perguntas online, das quais a April, aquela loira que é assistente e apresentadora dos eventos de Bashar escolhe as mais interessantes para ler e ele responder in loco.
Bem, minha pergunta era sobre o envelhecimento do corpo humano. Eu queria saber dele se nós podemos reverter o nosso envelhecimento ou parar de envelhecer ao mudarmos as nossas crenças . Eu estava fascinada por esse tema (fiz vários posts sobre ele que você encontra aqui) e queria muito a opinião de Bashar sobre isso.
Então tá, comprei o ticket, recebi a confirmação e o link ainda inativo para a entrada na sala virtual. Essa sala funciona assim: tem um espaço reservado, com um bloco de notas para as mensagens virtuais para você ir se comunicando com o mediador do workshop que, por sua vez, fica sempre em contato com a April e ela com Bashar. A gente sente como se estivesse na platéia, pois tudo o que acontece é transmitido ao vivíssimo, ninguém perde nem um pum se ele soltar (e ele não soltou, viu?).
Masssssss….preparação é tudo, não minha gente? Como saber se ele vai escolher a sua pergunta? Como determinar que ele vai escolher a sua pergunta? Através da preparação, ué. Simples assim.
Dois dias antes do evento eu comecei a me preparar, fazendo pequenos “rituais” que sentia que meu espírito estava necessitando: antes de dormir, praticava uma meditação de uns 20 minutos, para alinhar meus chakras; depois, já na cama, fazia uma prece e então começava a conversar com Bashar, de coração aberto, pedindo a sua permissão para ser escolhida para ele responder a minha pergunta. Eu precisava muito saber da resposta dele! E só tinha aquela pergunta que mencionei, nenhuma outra. Em todos esses momentos ritualísticos, eu me enchia de uma fé e de uma certeza inabaláveis de que iria ser escolhida. E também pedi por sinais, qualquer coisa que fosse que pudesse me dar indícios de que ele estava me ouvindo.
O Avistamento
No sábado da palestra, o dia amanheceu magnífico aqui em Marin, fato nada raro de acontecer na Califórnia, que é marcante pelos seus céus azuis infinitos, normalmente sem nuvens. Minha escrivaninha onde tenho meu computador fica no meu quarto, de frente para uma vista das mais privilegiadas das montanhas do Norte da Baía de San Francisco. Em mais esse dia lindo, de coração pleno e feliz acendi um incenso, olhando pela janela.

Minha vista deslumbrante ao entardecer. Benção pura, grata, grata, grata Amado Universo!
Já adivinhou o que aconteceu? Siiiimmmm, meu querido amigo de fé, amado leitor camarada, é isso mesmo que o título desse post está indicando!
Vou te dizer simplesmente isso: não espero que você acredite de cara no que vou narrar daqui a um segundo. Nem sei se você consegue, foi difícil até pra mim e eu estava lá! Era uma pessoa absolutamente paralisada, de boca aberta, olhos esbugalhados fixos no céu azul, sem respirar, sem saber se tirava foto (mas meu IPhone estava lá em cima da cômoda, ó raios!!!) ou prestava atenção, ou tentava entender, ou gritava, ou chamava meu marido, ou….sei lá, meu! Fiquei parada, lá olhando e respirando bem de levinho, enquanto a nave, de formato triangular como o da foto do início do post cruzava o céuzão infinito azul clarinho (porque eram nove horas da manhã), vinda das árvores e passando por cima da minha casa vagarosamente, num silêncio poderoso e estupefaciente. Pasma. Eu. Olhando. Olhos esbugalhados. Fixos no triângulo preto-cinza-escuro-metálico-fosco-e-brilhante totalmente surpreendente, com algo que imagino que seriam luzes retangulares amarelo-douradas ali embaixo, contornando a barriga-da-nave. Passando colossal e silenciosa, vagarosamente pelo céu por sobre a minha cabeça, por sobre o meu telhado, por sobre a minha vida. Eu. Pasma. Sem respirar.
Parou? Imaginou a cena? Sim, isso aconteceu e não é mentira minha. Juro por tudo o que for mais sagrado no Universo.
Quando sentei para assistir a palestra que começava, eu tremia sem parar, meu coração batia tão alto e rápido que achei que fosse infartar (ô santo drama, Batimão, larga já o corpo dessa criatura que voz escreve!).
A Pergunta
Você acha que Bashar foi discreto em me sinalizar que estava comigo em minhas conversas com ele antes de dormir, pedindo-lhe que escolhesse a minha pergunta?
Chocada. Até hoje parece um sonho. Mas foi real. E eu o amo por mais isso.
Sim, você também já sabe o final, não?
Claro que minha pergunta foi selecionada. Só que surpreendentemente, quando a April a leu em voz alta, Bashar disse que a resposta já havia sido dada em outra pergunta que viera um pouco antes da minha. E havia dado mesmo, eu já tinha a minha resposta, soubera assim que ouvi a pergunta da outra pessoa, que de forma mais genérica, englobava a minha.
A resposta dele fôra simples e agora até me soa muito óbvia: sim, claro que podemos não envelhecer. Podemos ter a idade que tivermos sem ter as marcas de decadência em nossos corpos/faces/cabelos, se pararmos de acreditar no envelhecimento, substituindo nossas crenças por outras não degradantes aos nossos corpos.
Bashar sabe de tudo, meu querido e amigo leitor. Amo-o profundamente.
Flávia Criss,
Marin County, San Francisco, CA.
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